A saída do técnico Guidon do Sergipe era algo muito previsível. Ele não tinha aprovação dentro do próprio clube. A maioria da torcida também não o queria no banco de reservas. Guidon estava na corda bamba desde que aceitou o convite de Motinha para assumir o desgovernado Sergipe que é palco de uma ferrenha batalha pelo poder entre dirigentes e conselheiros.
Técnico sem títulos de maior expressão. Técnico sem renome nacional. Isso foi o que pesou para queda de Guidon. Ele vinha sofrendo uma enorme pressão por diversos setores que englobam o cenário do futebol local. Ele tirou a corda do próprio pescoço porque na atual situação que vive o Sergipe é complicado conjugar as palavras trabalho e tranquilidade. E bota complicado nisso.
As picuinhas e desavenças que tomam conta do Mundão do Siqueira Campos estão atingindo seu clímax. O futuro do Sergipe está mesmo em xeque. Há também um abarrotamento de funções. Uma cabeça só para realizar inúmeras atividades. E parece epidemia, afinal racha também já é algo peculiar no vizinho Confiança.
Olá internautas! Nasci em 1992 na pacata Porto da Folha e acompanho o mundo da bola desde a infância. No rádio, dei o primeiro pontapé há um ano na Gazeta AM de Alagoas. Hoje, estou na Voz do Sertão pela Rádio Jornal e também escrevo aqui no Emsergipe.com